O FIM DO MUNDO
Alegria, alegria acabou a poesia
Não existe mais orquestra nem sinfonia
O amor que a pouco existia
Se tornou tristeza e melancolia
O palhaço atrapalhado que a pouco malabarismos fazia
Se esconde atrás do palco num ato de covardia
A bailarina que girava em um só pé com muita maestria
Perdeu o brilho e a simpatia
Mundo, mundo que era verde
Castigado agora é cinza
QUASE POETAS
terça-feira, 5 de outubro de 2010
sábado, 5 de setembro de 2009
FAZENDO ARTE
Vejo de longe, onde ninguém vê
onde aos poucos me perco
Procuro-me na arte
desfaço-me em arte
Vejo de longe, onde ninguém vê
onde aos poucos me perco
Procuro-me na arte
desfaço-me em arte
Sou poetiza fazendo arte...
Escuto de longe, onde ninguém escuta
onde ligeiro viajo imóvel
A cada som um canto
em cada canto uma nota
Sou o ritmo do coração
o ritmo que um dia falha...
Sou alegre, sou triste...
E assim a arte em mim existe
Sou rápida, sou devagar
Como melodia alguém hei de tocar
Algo de mim dará frutos
Viverei enquanto “tempo” existir
em todos os minutos...
Eternamente em minha arte!
BRUNA BADGIR.
Vejo de longe, onde ninguém vê
onde aos poucos me perco
Procuro-me na arte
desfaço-me em arte
Vejo de longe, onde ninguém vê
onde aos poucos me perco
Procuro-me na arte
desfaço-me em arte
Sou poetiza fazendo arte...
Escuto de longe, onde ninguém escuta
onde ligeiro viajo imóvel
A cada som um canto
em cada canto uma nota
Sou o ritmo do coração
o ritmo que um dia falha...
Sou alegre, sou triste...
E assim a arte em mim existe
Sou rápida, sou devagar
Como melodia alguém hei de tocar
Algo de mim dará frutos
Viverei enquanto “tempo” existir
em todos os minutos...
Eternamente em minha arte!
BRUNA BADGIR.
domingo, 16 de agosto de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
ESCOLHA MÓRBIDA
Não ouse me dar um tiro noturno
A noite tem que ser respeitada
Se nela gritos emanam
Eles hão de vir de quartos fechados
Onde não mais que duas pessoas, talvez três escutem
Se bem que a alma é melhor saciada com gemidos
Os gritos por vezes são falsos
Salvo quando geram dor
Se for para atirar, que atire a luz do sol
Pois quero sentir o prazer de ver pela primeira vez
O meu sangue manchar a terra
Fazendo estremecer as pernas, calar a boca e ofuscar a visão
E que o silêncio seja verdadeiro,
Quero que o dia esteja claro e bonito para que todos vejam a inocência do meu corpo
Que meu grito seja sincero,
E que não represente dor
Para que cada vez todos se omitam mais, aceitem mais,
Apenas por temer a simplicidade da morte.
Não ouse me dar um tiro noturno
A noite tem que ser respeitada
Se nela gritos emanam
Eles hão de vir de quartos fechados
Onde não mais que duas pessoas, talvez três escutem
Se bem que a alma é melhor saciada com gemidos
Os gritos por vezes são falsos
Salvo quando geram dor
Se for para atirar, que atire a luz do sol
Pois quero sentir o prazer de ver pela primeira vez
O meu sangue manchar a terra
Fazendo estremecer as pernas, calar a boca e ofuscar a visão
E que o silêncio seja verdadeiro,
Quero que o dia esteja claro e bonito para que todos vejam a inocência do meu corpo
Que meu grito seja sincero,
E que não represente dor
Para que cada vez todos se omitam mais, aceitem mais,
Apenas por temer a simplicidade da morte.
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