O FIM DO MUNDO
Alegria, alegria acabou a poesia
Não existe mais orquestra nem sinfonia
O amor que a pouco existia
Se tornou tristeza e melancolia
O palhaço atrapalhado que a pouco malabarismos fazia
Se esconde atrás do palco num ato de covardia
A bailarina que girava em um só pé com muita maestria
Perdeu o brilho e a simpatia
Mundo, mundo que era verde
Castigado agora é cinza
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