sábado, 5 de setembro de 2009

FAZENDO ARTE

Vejo de longe, onde ninguém vê
onde aos poucos me perco
Procuro-me na arte
desfaço-me em arte

Vejo de longe, onde ninguém vê
onde aos poucos me perco
Procuro-me na arte
desfaço-me em arte
Sou poetiza fazendo arte...

Escuto de longe, onde ninguém escuta
onde ligeiro viajo imóvel
A cada som um canto
em cada canto uma nota
Sou o ritmo do coração
o ritmo que um dia falha...

Sou alegre, sou triste...
E assim a arte em mim existe
Sou rápida, sou devagar
Como melodia alguém hei de tocar

Algo de mim dará frutos
Viverei enquanto “tempo” existir
em todos os minutos...
Eternamente em minha arte!
BRUNA BADGIR.

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